Melhorando a sua aparência com a cirurgia da orelha:

Se orelhas salientes ou desfiguradas incomodam você ou seu filho, a opção mais conveniente é a cirurgia plástica. Cirurgia da orelha – também conhecida como otoplastia – pode melhorar a forma, a posição ou as proporções das orelhas. A cirurgia corrige um defeito na estrutura das orelhas presente desde o nascimento, que se torna aparente com o desenvolvimento, ou trata orelhas deformadas causadas por lesão. A otoplastia cria uma forma natural, dando equilíbrio e proporção às orelhas e à face. Correção de deformidades menores pode beneficiar a aparência e a autoestima.

O que pode ser tratado na Otoplastia

  • orelhas muito grandes (uma condição rara chamada macrotia);

  • orelhas salientes que ocorrem em um ou ambos os lados em diferentes graus, não associados à perda auditiva;

  • insatisfação do adulto com a cirurgia prévia da orelha.

Crianças que podem se submeter à cirurgia da orelha

  • crianças saudáveis, sem doença com risco de vida ou com infecções crônicas não tratadas de ouvido;

  • crianças com cinco ou mais anos de idade, ou quando a cartilagem da orelha já é estável o suficiente para a correção;

  • crianças cooperativas e que sigam as recomendações médicas;

  • crianças capazes de expressar o que sentem e não manifestam objeções durante a discussão da cirurgia.

Adultos que podem se submeter à cirurgia da orelha

  • serem pessoas saudáveis que não tenham doença com risco de vida ou condições médicas que possam prejudicar a cicatrização;

  • Serem não fumantes;

  • Serem pessoas com visão positiva e metas específicas dos resultados.

Cuidados após a Otoplastia

Se você sentir falta de ar, dor no peito ou batimentos cardíacos anormais, procure atendimento médico imediatamente. Se algumas destas complicações ocorrerem, você pode precisar de internação e de tratamento adicional. É normal haver desconforto logo após a cirurgia, sendo o mesmo controlado com medicação para dor. Pode haver sensação de coceira sob as ataduras. É importante que estas permaneçam intactas e não sejam removidas de modo algum, salvo indicação médica. Se esta recomendação não for seguida, pode resultar na perda de parte da correção, sendo necessária nova cirurgia.